Investigação da morte do ex-integrante do One Direction avança com novas revelações

A morte de Liam Payne, ex-integrante da banda One Direction, continua a ser investigada pelas autoridades argentinas após sua queda fatal do terceiro andar de um hotel em Buenos Aires, no dia 16 de outubro. A polícia acusou o amigo do cantor, Rogelio Nores, de ter abandonado Liam em estado crítico antes da tragédia. No entanto, em entrevista ao Daily Mail, Rogelio negou qualquer responsabilidade e afirmou que visitou Liam três vezes no hotel naquele dia, saindo cerca de 40 minutos antes do ocorrido. “Havia mais de 15 pessoas no saguão do hotel conversando e brincando com ele quando eu saí. Eu nunca poderia imaginar que algo assim aconteceria“, disse Rogelio, que também desmentiu ser o empresário do cantor e expressou tristeza pela perda do amigo.
Relatório toxicológico e investigações adicionais
Nesta quinta-feira, 7 de novembro, um novo relatório da Procuradoria Nacional Penal e Correcional da Argentina revelou que Liam Payne tinha vestígios de álcool, cocaína e antidepressivos prescritos em seu corpo no momento da morte. Os exames toxicológicos foram realizados em amostras de urina, sangue e humor vítreo, confirmando que o cantor apresentava um estado de consciência alterado, o que pode ter contribuído para sua queda.
As autoridades informaram que estão realizando uma análise completa do celular de Payne, além de revisar mais de 800 horas de filmagens de câmeras de segurança do hotel e colher depoimentos de funcionários, amigos, familiares e médicos. A necrópsia detalhou que Liam sofreu múltiplos traumas e hemorragias internas e externas, sem indícios de tentativa de proteção ou defesa durante a queda, sugerindo que ele estava inconsciente ou em estado alterado no momento do acidente.
A investigação ainda está em andamento, com o objetivo de esclarecer as circunstâncias que levaram à morte trágica do cantor e entender melhor os eventos que antecederam sua queda.

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