A atual gestão quer silenciar críticas e age contra os princípios da transferência, mostra documentos

A Chapa 1 da OAB Goiás, liderada por Rafael Lara, tem sido duramente criticada por atitudes consideradas antidemocráticas e autoritárias. Em vez de representar uma instituição que deveria promover a justiça e a liberdade de expressão, a gestão atual é acusada de censurar vozes contrárias, o que, segundo os opositores, mancha a imagem da Ordem dos Advogados e compromete a integridade de sua missão.
Bruno Pena, candidato da Chapa 2, denunciou publicamente as tentativas da Chapa 1 de retirar conteúdos críticos das redes sociais, alegando que essas ações revelam uma gestão mais preocupada em abafar as críticas do que em dialogar abertamente com a advocacia goiana. “É vergonhoso ver uma instituição que deveria garantir a justiça, mas que age de forma injusta, impondo um silêncio seletivo e conveniente,” declarou Pena.
Além das acusações de censura, Pena destacou a falta de transparência da Chapa 1 em temas financeiros e administrativos, como o pagamento de Honorários de Defesa (OHD), assunto que a gestão atual, segundo ele, evita esclarecer. O candidato também expôs a presença da filha do governador na Chapa 1, questionando a independência da Ordem diante de possíveis interesses políticos. Pena ainda afirmou que contratos milionários, como o mantido com o IPAS, foram suspensos sem explicações convincentes.
Para muitos advogados, a postura da Chapa 1 contraria os valores de uma instituição que deveria primar pela democracia e pela defesa da advocacia. Em suas declarações, Pena convocou os colegas a se unirem contra a censura e o autoritarismo, buscando mudanças nas eleições do próximo dia 19 de novembro. “Não podemos tolerar que a Ordem continue com atitudes vergonhosas e injustas. Se você valoriza a justiça e a liberdade, junte-se à Chapa 2 e dê um voto por uma OAB verdadeiramente independente e democrática,” finalizou.

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