Ponto de Cultura de Goiás representa o Brasil no 6º Congresso Latino-Americano de Cultura Viva Comunitária e em seminário internacional na Cidade do México

A potência da cultura brasileira está cruzando fronteiras! O Ponto de Cultura Justina – conhecido como Coletivo Justina – foi um dos representantes do Brasil selecionados entre mais de 260 propostas pela convocatória do programa ibero-americano Iber Cultura Viva para participar do 6º Congresso Latino-Americano de Cultura Viva Comunitária, que acontece entre os dias 11 e 16 de abril, nas cidades de Cherán K’eri e Morelia, em Michoacán, no México.
A escolha do coletivo não foi por acaso: o Justina se destacou pelo seu histórico sólido em ações culturais comunitárias, além do forte envolvimento em articulações de redes culturais em níveis nacional e internacional. Essa bagagem foi determinante para garantir sua presença em um dos eventos mais importantes da cultura de base latino-americana.
E o compromisso com a cultura vai além: antes mesmo do Congresso, entre os dias 8 e 10 de abril, o coletivo também marca presença no I Seminário Internacional “Cultura Viva Comunitária: Uma Escola Latino-Americana de Políticas Culturais”, na Cidade do México, fortalecendo ainda mais o diálogo e o intercâmbio de saberes entre artistas e gestores de diversos países.
Para Takaiúna, dramaturga e fundadora do Coletivo Justina, essa troca internacional é essencial:
“A partilha com outros artistas e gestores nos ajuda a compreender melhor nosso território comum. Fortalece o trabalho em comunidade e abre caminhos para novas formas de atuação”, destaca.
Takaiúna já esteve presente em outras edições do Congresso – no Equador (2017) e na Argentina (2019) – e celebra a atual conquista como um reconhecimento ao trabalho que o coletivo realiza com consistência há anos.
“Participar desses eventos é fortalecer os laços entre as expressões culturais da nossa América Latina”, afirma.
Além do prestígio da seleção, o apoio do Iber Cultura Viva, com passagens aéreas e seguro de viagem, reforça a credibilidade, relevância e a potência transformadora do trabalho desenvolvido pelo Coletivo Justina.
O Brasil, mais uma vez, mostra que sua cultura comunitária pulsa forte – e que tem muito a ensinar e aprender com o mundo.
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